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Programa eleitoral de Teresa Almeida quer fazer Setúbal "líder"


Programa eleitoral de Teresa Almeida quer fazer Setúbal \"líder\"

Teresa Almeida, candidata do PS à câmara setubalense, apresentou o seu programa eleitoral autárquico, com o qual pretende fazer de Setúbal “uma cidade líder, progressiva e onde todos querem viver”. Esse programa, que Luís Gonelha, presidente da concelhia do PS, considera que vai “recolocar Setúbal na senda do desenvolvimento para voltar a ocupar o lugar que merece”, resultou de “um trabalho participado e é orientado para as pessoas”.


A candidata socialista explica que o programa eleitoral assenta em “sete eixos estratégicos”, que pretendem fazer de Setúbal uma “cidade do espaço público, mais segura e mais limpa, uma cidade do rio e do mar e da cultura, com políticas sociais mais próximas, políticas urbanas modernas e com um bom governo”. Assim, Teresa Almeida pretende “recuperar a cidade de bairros, com corredores verdes e a reconfiguração dos espaços públicos”, que “fixe os jovens” com a “ajuda ao rendimento jovem e mais actividades de lazer, desporto e uma cultura entre os novos eventos, como um encontro nacional de poesia, e os tradicionais, como as marchas populares”.

 

A candidata socialista promete ainda “retomar os investimentos na rede de saneamento básico e de tratamento de água abandonados na Gâmbia, em Setúbal e em Azeitão”, assim como “concluir o plano estratégico de Setúbal nascente” e reavaliar os preços dos transportes para Tróia e para as praias da Arrábida. Além disso, Teresa Almeida quer implementar lojas do munícipe no Faralhão, em Setúbal e em Azeitão e um programa de modernização administrativa, o Sim7. Aliado a isto, realça também os “projectos emblemáticos e representativos do programa” já anteriormente apresentados, como um terminal de cruzeiros, o museu da cidade ou um porto de recreio, de forma a produzir “mais economia e mais emprego” para a cidade, destacando também a “reconversão da baixa comercial e o assegurar da videovigilância e de mais segurança de proximidade”.

 

Perante este “projecto de futuro”, Vítor Ramalho, presidente da distrital do PS e candidato à Assembleia Municipal de Setúbal, considera que o seu partido é “a única alternativa” ao actual executivo camarário da CDU, que acusa de ter “uma mão cheia de nada e outra cheia de falta de esperança”. Na sua opinião, “a direita não é alternativa” em Setúbal e um voto nos partidos mais à esquerda do PS “é um voto perdido, que só reforça a CDU”, dando o exemplo de Sesimbra, onde, durante as eleições autárquicas de 2005, o PS “perdeu a câmara por cem votos e o BE, que teve 10,6 por cento, não elegeu nenhum vereador”.

 

Além disso, o líder da distrital socialista confessa-se “honrado” por ser candidato num “distrito importantíssimo para o futuro do país”, referindo-se aos “investimentos de monta” anunciados pela administração central para a região, como o novo aeroporto, a terceira travessia do Tejo ou a plataforma logística do Poceirão. No entanto, lamenta que essa “mudança estrutural” não esteja a ter a “devida correspondência” no distrito. Contudo, o facto de Setúbal ter sido “o único partido do país a sair vencedor em todos os concelhos” nas recentes eleições legislativas levam-no a considerar que “as almas desta gente são socialistas”. Assim, apela ao voto da população nas autárquicas, até porque “quando ela se mobiliza para votar, o PS ganha sempre”.


Pedro Soares - 29-09-2009 10:29

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