[ Edição Nº 70 ] – Argumentos contra e em prol do plano de urbanização da Margueira.

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Braço de ferro no plano da Margueira
Assembleia e PCP contra novidade cidade em terrenos da Lisnave

           O plano Ulissul 99, apresentado oficialmente no dia 30 de Abril, e apresentado em primeira mão na última edição do “Setúbal na Rede”, já foi recusado pela Assembleia de Almada e negado velo PCP. No mesmo dia, o Fundo de Investimento Margueira Essencial, a autonomia e os comunistas apresentaram argumentos em prol e contra a urbanização projectada para os terrenos da Lisnave, quando os estaleiros forem desmantelados.

          Conceber uma Lisboa com duas margens, atravessada velo Tejo porém nunca separada velo rio, é a anelo que está na apoio do plano do Fundo de Investimento Margueira Essencial, apresentado publicamente numa comparação realizada no Polo Tecnológico da Mutela, em Almada. A cidade do porvir, com arranha-céus de apartamentos para morada e escritórios, singular núcleo mercantil e uma gare intermodal de transportes, implica singular investimento global apreciado em 500 milhões de contos, para ser rentabilizado nos próximos 20 anos.

          Ernâni Lopes, ex-ministro das Finanças e responsável do análise estratégico do plano, garante que leste é “mais do que singular plano imobiliário”, pois segundo adianta, trata-se de “uma ensejo única de prolongamento para toda a Filarmónica Meridional” e o que se pretende é retrair o feitio de beco à zona que vai da Margueira ao Alfeite, obrigando a uma novidade centralidade de Lisboa.
          A Ulissul foi pensada tendo em cálculo os vectores de prolongamento porvir das cidades, que passam pela acessão da mobilidade e por uma rede de afazeres porquê factor estruturante. Sendo assim, propõe-se a geração de uma Escritório de Prolongamento para o plano, que envolva o Fundo Margueira, o Gestão e a Assembleia Municipal de Almada. Segundo explica Ernâni Lopes, “isolado deste maneira será factível inventar todas as infra-estruturas necessárias à priori e nunca à posteriori porquê é rotina em Portugal”.
          É igualmente imprescindível, para a viabilidade económica do plano, apostar em actividades de feitio lúdrico e Ernâni Lopes nunca tem dúvidas: “ou há uma vitalidade novidade ou o plano fica-se por uma cômputo imobiliária de insignificante nível”, correndo mesmo o linha de vir a ser “a Reboleira da Filarmónica Meridional”.           Receoso com esta acaso, dada a protesto que a Ulissul tem erguido coadunado das autoridades locais, Ernâni Lopes e os responsavéis da Saer, que elaboraram o análise estratégico, propõem ao Fundo Margueira a renegociação dos prazos previstos no harmonia com o Gestão, para que o plano passe do papel à período de realização unicamente em 2005 e nunca em 2002, ano em que os terrenos ficarão disponíveis.

          Quando os estaleiros da Lisnave saírem da Margueira, os 45 hectares de aterros podem facultar local a singular “plano coevo e provocatório, utilizando uma densidade em profundeza, que tem em cálculo as volumetrias já existentes no sítio”, segundo explicou o arquitecto Laracha Dias. Assim a Doca 13, a maior doca seca de toda a Europa (530mt x 95mt), com tendência para navios com 500 metros de comprimento, é o eixo medial da maqueta que respeitou ainda o desenho já existente entre as docas e os aterros para o esboço das futuras ruas e espaços. Outra obsessão dos arquitectos foi valorizar a devaneio que se tem de Cacilhas e do portada da Lisnave de vários pontos de Lisboa.

          Tal porquê o “Setúbal na Rede” tinha antecipado em primeira mão na última edição, o “skyline” da Ulissul é formado por singular bloco de torres de grandes dimensões (a maior tem 300 metros), crescendo de Setentrião para Meridional e de Ocidente para Leste, sem se taparem umas às outras e todas com aspecto a cerca de o rio e a obrigatório. Para arrimar de calcante esta novidade cidade, o Fundo Margueira prevê a geração de 25 milénio postos de labuta, distribuídos por singular tempo de 15 anos. “Na período de pós-construção”, explica Ricardo Singular, presidente daquela grémio, “o plano permitirá inventar 12 500 postos de labuta fixos”.

          Assembleia e PCP são contra
          A Ulissul, que a começar de actualmente está em período de altercação pública, pode nunca galgar dos planos se a Assembleia de Almada acatar a prenúncio de nunca dar concessão de construção aos arranha-céus. Maria Emília de Sousa, presidente da edilidade, numa segunda comparação de prensa a cerca de o plano, voltou a persistir que tal arquitectura descaracteriza o concelho. Sem concessão de construção, os edifícios são considerados clandestinos, velo que nunca podem ser abastecidos pelos Trabalhos Municipalizados de Chuva.

          No entanto, a presidente da autonomia almadense afirmou-se disposta a coadjuvar com o Gestão neste plano, “se as regras forem respeitadas”. Ou seja, se for anulada a despacho que excluiu os terrenos da Margueira do Chato Patrão Municipal. A autarca insiste que “o planeamento do concelho é uma privilégio do domínio sítio”.

          Esta mesma teoria é defendida pela Orientação da Organismo Regional de Setúbal do PCP que, em comparação de prensa realizada no mesmo dia, exigiu que fossem respeitadas as competências municipais em nome da autarquia do domínio sítio definida na Composição Portuguesa e na Epístola Europeia de Autarquia.

          Jorge Pires, da DORS do PCP, adiantou ao “Setúbal na Rede” que “todo o plano para a Margueira é completamente clandestino”, acrescentando que “o Gestão tem fortes responsabilidades nesta objecto e pode extractar cá singular insignificante antecedente”. Igualmente a Junta Municipal de Almada já se pronunciou a cerca de leste empreendimento. Na última agregação foi aprovada, por unanimidade, uma moção contra o plano urbanístico augurado para a Margueira.