[ Edição Nº 72 ] – CRÓNICA DE OPINIÃO por Jorge Pires.

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CRÓNICA DE OPINIÃO
por Jorge Pires (membro da Percentagem Política do PCP)

Plano Margueira: uma meganegociata

           No pretérito dia 16 de Abril a Presidente da Reunião Municipal de Almada alertou os portugueses, e particularmente a população do seu concelho, para aquilo que pode ser, ocorrência venha a concretizar-se, uno dos antepassados escândalos de especulação imobiliária que se conhece em Portugal após do 25 de Abril de 74. Tudo isto passa-se mais uma turno com o tranquilidade conivente do administração do PS.

          Nascente é uno sistema que teve o seu inicio no ano de 1993, ainda com o administração de Lasca Silva, com a alvitre por parcela do Quadrilha Mello de mais uno plano de reforma da Lisnave, que entre outros aspectos apontava para o fecho do estaleiro da Margueira e a diferença do costume do pavimento passando de industrial a habitacional.

          Em Almada estava-se na última tempo da formação do P. D. M.. A Reunião, porquê lhe competia na resguardo dos interesses do concelho, dos trabalhadores da Lisnave e da população, deixou fim que a vocação industrial daquele dimensão tomado ao rio para o branco a que se destinou durante tapume de 30 anos, jamais seria mudada no P.D.M., dando desta feição uno vestígio fim de que jamais estava disponível para ser cúmplice com mais uma desfalque entre o administração e o bando Mello, e bem menos renuir dum imaculado legitimado velo legislação portuguesa e europeia, de deliberar a respeito de o costume a ceder aquele dimensão.           Estávamos em meados do ano de 1993, ano de eleições autárquicas . Já nessa profundeza o PS, na reclamação ao Administração e à maioria CDU na Reunião Municipal de Almada, mostrava-se porquê o essencial padroeiro deste plano que passava velo fecho do estaleiro e velo desaparecimento de centenas de postos de labuta. Jamais admira, pois, que morbo vizinho ao Administração o PS tenha resolvido ceder o seu aval a leste plano e para auxiliar a desfalque, tenha resolvido puxar a superfície da Lisnave do Raso Chefe Municipal.           Hoje está fim que uno dos objectivos, inconveniência o singular, do plano de reforma apresentado pela empresa, estação sanear, sem que a empresa tivesse que ceder uno tostão, as dividas que esta tinha à mesa. Porquê uno escândalo não vem solitário, o Administração jamais solitário deu aval a esta desfalque porquê aceitou uma opinião feita às benfeitorias introduzidas no estaleiro no importância de 43 milhões de contos, importância da divida da empresa ao bloco de bancos envolvidos neste tratado, porquê deu competências à empresa camareira, Fundo Margueira Essencial, com participação do Circunstância, para realizar uno chato de urbanização para os 49ha, sabendo à abalada que a legislação em robustez jamais o permite.           O produto está à paisagem, com a apresentação, no pretérito dia 30 de Abril, por parcela da empresa, dum plano do qual critério essencial que levou à sua formação foi fazer, no mínimo, o importância dos créditos dos bancos envolvidos à Lisnave.           O sobejo é aquilo que já foi culpado pela Presidente da Reunião. Mais de 1 milhão de metros quadrados de construção, na sua largo maioria para domicílio, o que significa instalar lá naquele dimensão uma novidade cidade para tapume de 30.000 habitantes, na freguesia de Cacilhas, que tem hoje tapume de 13.000, com todos os problemas que seriam levantados ao nível das infra-estruturas básicas nomeadamente na circulação rodoviária já bastante árduo naquela zona.           Arrimar a eventualidade de se edificar naquela zona prédios com mais de 300 metros de profundeza é descaracterizar completamente o concelho e puxar em peremptório a eventualidade da população que vive na cidade de Almada de mando fruir uno dos espaços mais bonitos do concelho.           Se leste plano tem alguma faculdade, é a de neste instante apinhar à sua rotação uno grande deslocação de pegada entre a população do concelho, o que constitui por si especial uno direito recado ao Administração para que jamais tente algum treino no significação de concordar esta opugnação contra o concelho e a população de Almada.

          Alguns falam em megaprojecto, eu prefiro chamar-lhe meganegociata em que mais uma turno o favorecido é o bando Mello.