[ Edição Nº 73 ] – Odete Santos, candidata nas listas da CDU para o Assembleia Europeu.

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Odete Santos, candidata da CDU às europeias
Conserva o reforço dos poderes do Assembleia Europeu

           Ocupa o sétimo sítio na inventário de candidatos da CDU, ao Assembleia Europeu, liderada por Ilda Figueiredo. Odete Santos sabe que nunca vai ser eleita porém garante ser principal aguentar candidatos em representação de regiões ou distritos. Integra a inventário com o escopo de contribuir para a campanha eleitoral, nunca pensa em ser eurodeputada porque prefere a Agremiação da República, porém constantemente vai dizendo que o Assembleia Europeu tem singular déficit de democracia. E para que a predomínio dos países nunca ande a ‘reboque' de Bruxelas, Odete Santos retém o reforço dos poderes dos parlamentos nacionais e do privativo Assembleia Europeu.

          Setúbal na Rede – Porque é que aceitou integrar a inventário de candidatos da CDU ao assembleia europeu?
          Odete Santos
– Aceitei porque considero principal que todas as regiões do nação estejam representadas na inventário. Jamais quer expressar que todos sejam eleitos, porém a teoria é que as pessoas dos vários distritos se vejam representadas na inventário. Esta é uma estratégia que temos a partir de constantemente e, recordo que, então na primeira legislatura, tivemos no Assembleia Europeu o Brito Apolónia, que igualmente foi presidente da Assembleia da Moita. No meu facto, é a primeira turno que incorruptível uma inventário às europeias, e acho que posso ofertar singular contributo mais hipotecado na campanha eleitoral. Jamais porque o Assembleia Europeu me seduza mormente, já que apetite mais do lida na Agremiação da República, porém porque acho que o Assembleia Europeu é cada turno mais principal.

          SR – Tendo em operação que ocupa o 7º sítio na inventário, acredita que possa vir a ser eleita?
          OS
– Jamais vou riscar objectivos impossíveis, nós temos três deputados no Assembleia Europeu e, se fosse eleita, isso representaria singular extenso pincho na sufrágio, o que nunca é previsível. A teoria é alongar o algarismo de deputados, se exequível. Jamais traçámos algum mira para isso, porém a tenção é realizar singular interesse para se inferir alongar o algarismo de deputados.
          SR – O que é que Setúbal ganharia com a eleição de singular eurodeputado do região?
          OS
– O que ganharia, está à aspecto através do lida dos deputados do PCP no Assembleia Europeu, porque muitos dos problemas do região têm sido denunciados e analisados, uma vez que é o facto da deslocalização das empresas, dos problemas da lavradio, da crise nas pescas e do dilatação da Zona Económica Exclusiva, que por alvitre dos deputados do PCP irá transpor para as 24 milhas. Logo, singular parlamentar europeu que esteja vizinho desses problemas, poderá medicar dos assuntos com maior cultura e empenhamento, estabelecendo a junção mais directa entre a sua distrito e o Assembleia Europeu.
          SR – Se, de ocorrência, é principal que Setúbal eleja singular eurodeputado, porque é que foi colocada em 7ª sítio?
          OS
– Foi uma selecção minha porque existem as questões familiares que nunca me permitem extractar bem da distrito. É alvo que, se fosse eleita, teria de determinar esses problemas porque existem compromissos para com o eleitorado e quando somos eleitos tentamos constantemente acatar o procuração. Posteriormente, porque as funções que desempenho agora permitem-me estar mais perto das populações, o que me entusiasma e incentiva.
          SR – Logo, acha que o lida dos eurodeputados nunca corresponde às necessidades cujo os elege?
          OS
– Da arrumação uma vez que está estruturado o Assembleia Europeu, o lida dos eurodeputados corre o risca de se voltar tecnocrata, se eles nunca tiverem uma junção bem resistente ao seu nação. Por outro ala, há mesmo singular déficit democrático no Assembleia Europeu porque leste órgão tem poucos poderes, nunca tem poderes decisivos nas políticas nem nas medidas mais necessários aos países membros, como as políticas nacionais são ditadas por Bruxelas e pela Junção Europeia. E isto vai a partir de os orçamentos às despesas públicas, o que implica uma limitação das despesas do Circunstância, uma vez que é o facto da Estabilidade Civil, do Maneira de Saúde e da própria política laboral. Sendo assim, época principal que se reforçassem os poderes dos parlamentos nacionais em catálogo à sua mediação na sentença das políticas do nação, e que a consulta aos deputados fosse uma verdadeira consulta, o que de ocorrência nunca é. De turno em quando fazem-se umas reuniões porém nunca há singular mando interventivo dos parlamentos nacionais na política europeia. Assim, o reforço dos poderes do Assembleia Europeu e o reforço dos poderes dos parlamentos nacionais, poderiam ofertar uma configuração trocado ao lida dos eurodeputados. Em catálogo aos da CDU, sei que saem um tanto do esquema tradicional porque trabalham no mundano e estão mais perto da verdade, contrariamente ao tradicional eurodeputado que se senta na carteira e trabalha de gabinete.
          SR – Agora, zero indica que os poderes dos parlamentos venham a ser reforçados. Sendo assim, que riscos correm os países membros?
          OS
– Corremos o risca da Europa se transmutar numa Europa federada e de irmos perdendo um tanto da nossa predomínio na definição das políticas. E o PCP é anti-federalista justamente por isso, a Europa pode ser singular sítio de cooperação entre os Estados para a definição das diversas políticas que estão inseridas no Negócio de Maasctricht, porém algumas restrições uma vez que é o facto dos déficites orçamentais, das despesas públicas, os pactos de equilíbrio para que os orçamentos nunca tenham singular déficit eminente a 3%, e a sentença de uma política de privatizações de sectores chave do Circunstância em nome da limitação das despesas públicas, acabam por acarrear a políticas nacionais comandadas por Bruxelas e velo Banco Mediano Europeu, que fogem um tanto aos poderes dos parlamentos nacionais. Logo, uma Europa federada porá em crise os próprios parlamentos nacionais. Para haver uma Europa para os cidadãos, época principal que a economia estivesse ao ocupação dos povos, que a Junção Europeia fosse singular ferramenta de cooperação e de solidariedade entre os países membros, para atingir as bases de uma política que tivesse em operação as diferenças entre os estados, contrariamente ao que se faz, que é aplicar modelos uma vez que o da Alemanha ou a França.
          SR – Nas eleições europeias que se aproximam, qual é o maior oponente da CDU?
          OS
– O maior oponente é a continência porque, normalmente, as pessoas interessam-se pouco por estas eleições, nunca têm a concepção dos reflexos das políticas europeias no nação. Para lá disso, a política tem acossado objectivos que afastam as pessoas e o eleitorado queixa-se de nunca testemunhar os seus problemas resolvidos. Assim, é ingénito que se crie singular desanimo em catálogo à política, que as pessoas digam que a política nunca lhes resolve os problemas e, por vezes, isso reflecte-se nas eleições. Posteriormente, há alguma escassez de explicação, nomeadamente em catálogo à interrogação do jura conveniente porque o PS tentou mobilizar os votos para a sua inventário, dizendo que época para Mário Soares ser presidente do Assembleia Europeu. Assim, a escassez de explicação, nesse figura, poderia igualmente levar a que algumas ‘franjas' do eleitorado enviassem o seu jura para outro ala. No entanto, nunca há causa para isso porque, uma vez que toda a gente sabe, o que se vai optar nunca é o presidente do Assembleia Europeu, porém asseverativo os seus deputados.
          SR – Mesmo assim, nunca lhe parece que o ocorrência de Mário Soares ser uma ar internacionalmente reconhecida possa galvanizar o eleitorado?
          OS
– Mário Soares adquiriu singular regimento trocado, manteve-se na política porque quis ofertar uma gravura suprapartidária e, de ocorrência, isso poderia galvanizar as pessoas que são vítimas de uma lavra anti-partidos. É uma lavra que nunca está generalizada porém que vai aparecendo aos poucos, atribui-se aos partidos todos os males de que as pessoas sofrem. E essa é uma interrogação que igualmente tem de ser esclarecida porque, nunca há incerteza de que Mário Soares é o candidato do Quebrado Socialista.
          SR – Se o problema é escassez de comunicação, o que é que a CDU vai realizar para aclarar o eleitorado?
          OS
– Jamais estou integrada no bando que prepara a campanha eleitoral, logo nunca sei pormenores. No entanto sei que vamos realizar o que temos completo constantemente, vamos aforar os contactos pessoais com os eleitores, o tradicional porta a porta, e elaborar debates a cerca de as europeias em todo o nação.
          SR – Posteriormente das eleições, o que é que vai ocorrer aos candidatos nunca eleitos e às respectivas promessas eleitorais?
          OS
– De consonância com a nossa procedimento, costumam seguir em diligência, quer a nível lugar quer a nível regional, em contacto com as populações e ajudando no erecção dos problemas, no mundano. Já reunimos com alguns candidatos nunca eleitos e acho que essas reuniões devem haver uma ininterrupção, porque as pessoas envolvem-se na campanha, sabem que nunca inválido ser eleitas porém ficam a entender que haverá uma ininterrupção no lida crescido até logo. É perfeito que os candidatos continuem a contactar com as pessoas e que continuem no mundano a escoltar os problemas das suas regiões, de maneira a admitir uma boa junção ao lida dos deputados eleitos.