[ Edição Nº 75 ] – Joel Hasse Ferreira, congressista nomeado por Setúbal.

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Candidato de Setúbal na arrolamento do PS às europeias
Joel Hasse Ferreira acredita que poderá ser nomeado

           Deputado nomeado por Setúbal na Sociedade da República, já ali está há três mandatos e nos últimos anos tem-se devotado às questões europeias. Perfeito para simbolizar o província na arrolamento do PS às eleições para o Câmara Europeu, acabou em 14º local quando a Coligação exigia o 12º, no entanto acredita autoridade ser nomeado para advogar os interesses da distrito. Quanto aos candidatos dos outros partidos tem muitas dúvidas quanto às suas capacidades, e no que loca à campanha eleitoral em andamento, gostaria que fosse mais pedagógica já que o espaçoso opoente das europeias é a continência.

          Setúbal na Rede – Porque é que aceitou integrar a arrolamento do PS ao Câmara Europeu?
          Joel Hasse Ferreira
– Houve uma movimentação bem duro da Coligação Distrital de Setúbal do PS, que se traduziu numa colocação unânime do Secretariado da Coligação e no amparo dos presidentes das comissões políticas concelhias e das estruturas concelhias no Barroca, em Janeiro deste ano. Em Março, a Percentagem Política Distrital reuniu e, por unanimidade e saudação, aprovou uma moção no significação do meu nome participar na arrolamento. Setúbal não teve uno candidato em local elegível nas listas do PS para o Câmara Europeu e, oferecido o seu peso e a sua valor na economia vernáculo, e até do matéria de paisagem do eleitorado, teria sido essencial que houvesse uno congressista. Essas razões conduziram à quesito desse local e a Percentagem Vernáculo acabou por admitir, embora existissem algumas vozes a dizerem que eu faria pouquidade nas estruturas nacionais e no plenário. Essa situação agudizou-se com o solidão de Carlos Pimenta da corrida e, por outro flanco, a colocação dos outros candidatos, nomeadamente a deputada Odete Santos, da CDU, e Raquel Cardoso, do PSD, é bem fraca e distanciado de algum prognóstico de serem eleitas, ao passada que o meu nome está naquela zona onde pode ser nomeado e estão a ser feitos esforços nesse significação. E há nisto uma outra motivo de fundo, presenciado que o Câmara Europeu vai haver mais poderes, vai iniciar a funcionar o mecanismo da co-decisão, para a mediação ao nível dos regulamentos e das posições políticas, e isso permite fabricar influências que têm a presenciar com a emprego, em Setúbal, dos mecanismos de solidariedade europeia.

          SR – O 14º local dá-lhe hipóteses de ser nomeado?
          JHF
– O 12º idade apreciado o derradeiro local bastante preso, o 13º igualmente o poderia ser porque a comum das sondagens apontam para a sua eleição, algumas sondagens deram o 14ª e algumas referiam mesmo o 15º. A Coligação de Setúbal pretendia uno local mais supra, no entanto houve o critério de brindar prioridade aos deputados que já ali estavam. Na Percentagem Política Vernáculo, o presidente da Plenário de Setúbal, Bosque Cáceres, chegou a reportar que Setúbal gostaria do 12º local contudo isso nunca provocou nenhuma sufrágio na especialidade. Se acontecesse essa sufrágio, provavelmente haveria uma modificação no significação de ascender na arrolamento. Ser nomeado ou nunca, depende das pessoas irem votar porquê a nossa espaçoso obsessão é a continência que, nas últimas europeias ultrapassou os 60%. Em Portugal, a continência nas eleições europeias é bastante subida, quer comparando com outro indivíduo de eleições quer comparando com as europeias efectuadas noutros países. Em seguida, há o caso de serem realizadas no dia 13 de Junho, uma fundura bem má porque o 10 de Junho é feriado, os funcionários públicos terão contemporização de matéria e as empresas estarão a funcionar a ‘conduto gás'.           Jamais sabemos porquê vai ser contudo gostaríamos que todos os portugueses participassem, até porque temos a crença, segundo estudos de que dispomos, de que uma espaçoso parcela do eleitorado com propensão para se abnegar será do PS por brindar a sucesso porquê ganha. O caso do PS ser o dividido que vai avante de todas as sondagens, o caso de Mário Soares ser o bestunto de arrolamento e de António Guterres ser Adiante Ministro, leva as pessoas a darem as eleições porquê ganhas. O caso de se cogitar que as eleições estão ganhas pode funcionar porquê uma duro desvantagem e, por isso, estamos bem preocupados porque pode efectivamente condensar, quer o nível de participação quer a magnitude da sucesso.

          SR – A aposta nestas europeias vai para a manutenção ou para alta do algarismo de eurodeputados?
          JHF
– Neste instante, o PS tem 10 deputados no Câmara Europeu, se presentemente tivéssemos os resultados que obtivemos nas últimas legislativas elegeríamos 12. As sondagens que têm sido publicadas dão-nos entre 12 e 17 deputados, quando aos 17 é alguma coisa contraditório e quanto aos 12 achamos que é alguma coisa por plebeu. O algarismo realizável de eleitos estará em alguma parte entre 13 e 15, então a eleição, ou nunca, do 14º estará dependente da tributo de participação e da sufrágio.

          SR – No entanto, há algumas sondagens que indicam que o PS poderá desmerecer deputados em prol do PSD.
          JHF
– As sondagens dão década pontos de alteração, em termos do eleitorado que já decidiu. Traduzindo os resultados, o PS passaria de 10 para 13 deputados, o PSD passava de 9 para 10, o PP desaparecia e o PCP passaria de 3 para dois deputados. Ou seja, verificar-se-ia uma alta do PS, em três deputados, e o PSD aumentaria uno congressista enquanto o PP perdia os três deputados que tem no Câmara Europeu. O PS iria buscar dois eurodeputados à dextra e uno ao Dividido Bolchevista. E há que incriminar cá uma falácia já que posso expressar que, quanto ao PCP, o evento Sérgio Regato é uno evento cândido porque ele nunca está em colocação de ser nomeado e, segundo as sondagens, a verosimilhança de eleição do Sérgio Regato é abaixo à minha. Por seu flanco a Ilda Figueiredo é uma candidata que diz que se riu quando foi convidada porque pensou que idade galhofa. De caso ela nunca tem regimento para aquela missão e há meia dúzia de quadros do PCP com bem mais habilidade e habilidade para isso. Enquanto o PS vai buscar uma super estrela porquê é Mário Soares, o PCP vai buscar uma criatura de terceira risco, que há anos foi afastada da Sociedade da República.
          SR – Porquê é que uno eurodeputado pode inspirar no prolongamento da sua distrito?
          JHF
– Pode fazê-lo se for activo e hipotecado e se tiver uno cultura essencial dos mecanismos nacionais e europeus. No meu evento, esta é a segunda legislatura em que participo na Percentagem de Assuntos Europeus, na legislatura anterior fui vice-presidente da Percentagem e na novo fui coordenador do PS na espaço da Economia, Finanças e Rente. Durante estes últimos quatro anos, representei algumas vezes a Sociedade da República, quer através da Percentagem de Economia quer através da Percentagem de Assuntos Europeus, em debates de temperamento parcimonioso e financeiro no Câmara Europeu. Durante leste temporada fui aprofundado os conhecimentos porque numa arcabouço porquê o Câmara Europeu, nunca é realizável haver umas mediação duro unicamente com palavras, porquê alguns deputados do plenário vernáculo fazem.           Estou convicto que a amanho de esteio, que nunca me compete vangloriar, e o lida que desenvolvi em três mandatos na Sociedade da República permitem-me haver uma opinião bastante admissível a cerca de o funcionamento do Câmara Europeu. Logo, se a população quiser votar e eu for nomeado, terei boas condições para intervir de ordem eficiente. Por outro flanco, estar ali, dá a acaso de contactar com elementos da Percentagem, da gestão europeia e de uno bloco de deputados de outros partidos, que permite sensibilizar as instâncias europeias para uno amparo mais cândido. Isso permite ainda advertir os agentes económicos e sociais da distrito a cerca de o que está em amanho em termos de decisões da Ligação Europeia. Ou seja, é uma feição de mediação qualificada ao nível do Câmara Europeu, na amanho das decisões aos diferentes níveis, nomeadamente os de temperamento parcimonioso e civil.

          SR – Se for nomeado, em que áreas intervirá, ao nível do província de Setúbal?
          JHF
– Há uno bloco de áreas importantes, e quase todas elas têm união com questões europeias. Uma diz afeição às acessibilidades e, nesta espaço, avançou-se com uno bloco de questões que irrito a começar de o argola de Coina à concretização da ponte Vasco da Gama. Presentemente é exacto acabar as acessibilidades, aperfeiçoar os acessos rodoviários ao porto de Setúbal, controverter o evento da terceira ponte a cerca de o Tejo, substanciar e acabar as ligações de Setúbal ao Algarve e de Setúbal às fronteiras espanholas, é importante o caravana na ponte 25 de Abril e as ligações da rede ferroviária, amparar o Metro Austral do Tejo, doutrinar as estruturas portuárias e converter o porto de Sines num espaçoso porto internacional que permita o prolongamento de todo o praia alentejano e plebeu Alentejo e as suas ligações à Andaluzia espanhola, através de Beja. É igualmente importante substanciar o porto de Setúbal na sua vocação de espaçoso porto mercantil e suscitar as suas ligações à Estremadura espanhola. E cândido que, para serem concretizados, estes projectos precisam de amparo europeu.

          Outra espaço essencial é a do turismo porque o província tem condições impares para o prolongamento desta diligência. O prolongamento do plano para Tróia poderá acudir e a filiação do Euro irá auxiliar porque demão à circulação turística. A Europa é o avante intento turístico do orbe e, com o Euro, Portugal pode haver ainda mais peso nesse arrumação. Por isso, é exacto classificar o nosso turismo e desenvolver esforços para a composição. Setúbal tem uma das taxas de desemprego mais elevadas do pátria, por isso temos de reconverter uma parcela da nossa mão de acto e nunca estarmos à espera da mocidade que vem das escolas. Em seguida vem a espaço da reconversão das empresas e o Gestão já decidiu no significação de que as verbas europeias destinadas a esta espaço sejam canalizadas directamente do Ministério da Economia. Neste instante, estamos a fazer o terceiro Tela Comunitário de Amparo e, nesse poder, os fundos para a indústria são bem importantes. O envolvente é uma outra espaço essencial para o província e há uno bloco de apoios disponíveis, quer para amparar as zonas em nascimento quer para reconverter zonas poluídas, porquê é o evento do Barroca e do Seixal. Sabemos que os apoios podem nunca ser em tal grau grandes porquê eram, embora haja uma cedência até 2006, contudo por outro flanco sabemos igualmente que em termos ambientais, a distrito está qualificada para conseguir fortes apoios.
          SR – Qual é o maior rival do PS nas eleições europeias?
          JHF
– O maior rival é constantemente a continência. A mendicância e a valor da nossa participação no arrumação europeu, a susceptibilidade europeia e o distinção oferecido a Portugal, que fizeram com que o Adiante Ministro fosse insistentemente investigado para a presidência da Percentagem Europeia, e a movimentação que há para levar Mário Soares, depois as eleições, à presidência do Câmara Europeu, fazem com que o pátria deva assumir com desusado pujança o seu papel na Europa. Por isso idade essencial que se percebesse que os responsáveis políticos estão acompanhados pela população. Para isso é importante que a população vá votar maciçamente e dê o seu aval a leste arrumação de integração e de solidariedade europeia, em que Portugal participa. O nosso rival é, abertamente, a continência.           Quanto ao PP, pensamos que pode mesmo vanescer nestas eleições e isso nunca beneficia necessariamente o PS porque, para o PS idade preferível que a dextra continuasse dividida. Porém sabemos que há uno arrumação essencial de degradação do PP que conduziu à ruptura da Confederação Democrática e às dificuldades incorporado do PSD. Isto já levou a que o PSD tenha uno terceiro líder a começar de Lasca Silva e nunca sabemos se leste varão de ‘mármore', Durão Barroso, vai manter bem temporada, no entanto tem uma ar que deverá fazê-lo manter o dividido durante qualquer temporada. Logo, se o PSD nunca partir nestas eleições é porque uma parcela do jura de dextra nunca se revê em Paulo Portas, que é de caso uma ar alguma coisa histérica e moléstia paisagem coadunado do eleitorado conservador. Já o candidato do PSD às europeias, Pacheco Pereira, é uma ar extremamente agressiva, completamente analfabeto das questões europeias e quando vai a algum discussão articulação constantemente das suas preocupações com a Ucrânia e a Tchetchenia e nunca articulação das questões europeias que ignora completamente.

          SR – Porquê é que classifica a mediação dos candidatos nesta campanha eleitoral?
          JHF
– Quer o candidato do PSD quer o do PP têm orientado a campanha para o mundano áspero da investida e do insulto e nunca é essa campanha que nos interessa. O que queremos é uma campanha serena e pedagógica, contudo quando os ataques acontecem nós gostamos de os descavalgar. De sobra, a campanha do PSD é bastante baixa do matéria de paisagem ética e o que eu gostaria de presenciar confrontada idade a experimento, a habilidade e a habilidade dos candidatos do PSD com as do PS. Porém eles decidiram executar estes ataques à arrolamento do PS para prestigiarem pessoas que nunca têm habilidade nem habilidade e bem menos cultura dos domínios europeus.

          SR – O que é que o PS ganhou com a perecimento da AD?
          JHF
– O PS nunca ganhou bem, outrossim nunca tivemos algum interferência nisso, tratou-se de uno ‘monstruosidade' quase natural. Jamais se pode suportar a pouquidade de calibre ética das intervenções de Marcelo Rebelo de Sousa que atacava tudo e todos, lançava calúnias a cerca de toda a gente, empresários, políticos e gestores, e por isso constantemente o combatemos. Quanto a esta novidade AD, constantemente nos rimos alguma coisa e relembro que Marx dizia que quando a Narrativa se repetia, a primeira turno idade em calamidade e a segunda idade em perfídia. E a nós até convinha que Marcelo Rebelo de Sousa fosse às europeias e levasse uno ‘ablução' e fosse às legislativas com outro ‘ablução'. Presentemente, o PSD percebeu isso e interviu quanto antes. Presentemente vamos presenciar se Durão Barroso é líder para 'tisnar' ou se o plano dele é outro, o de desmerecer as europeias e as legislativas contudo consolidar-se porquê ímpar dividido da dextra e aniquilar o PP. No província vai certamente galgar porque o morte de Nuno Abecasis vai expor dificuldades ao PP em aguentar uno congressista no província. Logo, o PS nunca ganhou zero com o alvo da AD, isso aconteceu porque decorre do especial arrumação de reorganização e de alguma degradação da dextra.

Entrevista de Etelvina Calheta     
[email protected]      

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