[ Edição Nº 75 ] – CRÓNICA DE OPINIÃO por Amílcar Malhó.

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CRÓNICA DE OPINIÃO
por Amílcar Malhó (Repórter da Extensão Empresarial)

Executar em Espanha o que reclamamos aqui

           No final do mês de Maio, tive aberta de seguir, em Salamanca, o 2º Choque Empresarial da província Meio (Portugal) e da Comunhão Autónoma de Leão e Castela (Espanha) que, durante três dias contou com a participação de tapume de 250 empresas e entidades de compleição associativo, portuguesas e espanholas, do qual 148 eram portuguesas.           Para já, parece-me expressivo o tanto cimeira algarismo de presenças lusas em terras de Espanha. Além disso, já no adiante choque, ocorrido na Conserva, das 400 empresas participantes, 65% eram portuguesas. Aproveitaram para realizar turismo, estarão alguns já a matutar. Zero disso, posso declarar que muitos chegaram num dia e voltaram no outro. Outros chegaram no segundo dia e possivelmente tenham aproveitado o cândido de semana para doar perenidade aos contactos.           Todos foram participar em encontros bilaterais. Isto é, foram participar em primeiros contactos, já preparados, com empresários espanhóis, com o fim de alegar os seus produtos e negócios.           Dos resultados desta obra ainda é cedo para afastar conclusões. Todavia soube que dos encontros do ano pretérito já resultaram acordos comerciais de representação, vendas efectivas de produtos e parcerias. Justamente parcerias entre empresas portuguesas e espanholas, nomeadamente no sector da construção. Juntas, algumas pequenas empresas que executam diferentes serviços para obras públicas, concorreram e ganharam.           Na extensão da informação e artes gráficas, duas pequenas empresas, uma de cada fileira da “marco”, juntando a tentativa de cada uma, estão a capturar serviços a que antes nunca ousavam concorrer.           Mesmo na edição deste ano, assisti aos contactos entre uma garota filial de viagens espanhola e uno organização que foi causar uma zona turística da província Meio. Pareceu-me terem ficado garantidas as condições para que os espanhóis enviem grupos de turistas, com óbvias vantagens do fileira luso, contribuindo para substanciar uma verdade em que, agora, os espanhóis lideram o algarismo de dormidas de estrangeiros na província do meio de Portugal.           Estou a falar-vos, essencialmente, de micro e pequenas empresas, embora igualmente se tenha verificado a comparência de algumas médias empresas portuguesas. Curiosamente, ou possivelmente nunca, as que contactei já trabalham com Espanha, aparentemente sem vasto mendicidade de parcerias.           Pois apoiado, fui a Espanha presenciar à concretização de alguma coisa que há bem fase ouço protestar em Portugal. As pequenas empresas a juntarem-se para se tornarem mais fortes nos respectivos mercados, cada turno mais competitivos.           E é intrometido, nunca me lembro de presenciar a nenhuma das habituais sessões de protestos e queixas a cerca de as dificuldades das empresas em Portugal.           Jamais me parece que tenha sido somente o vanglória português. Possivelmente em Portugal comece a subsistir enfim uno conduta verdadeiramente empresarial, mesmo nos empresários de menor espaço, que perceberam quanto fragilizada ficaria a sua predisposição negocial com uno conduta de “coitadinhos”.           De conforme para conforme, já vamos a Espanha proferir que temos bons produtos e prestamos bons negócios. Para que eles comprem, ou para que se juntem a nós. Escassez actualmente saber uma vez que será conveniente no horizonte, causar as parcerias entre empresas portuguesas.

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