[ Edição Nº 77] – Representantes da OCDE visitam escolas de Setúbal.

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No âmbito do seminário da OCDE sobre ensino
Delegados visitam escolas modelo em Setúbal

           A Escola Básica 2/3 de Aranguês e a Escola Básica nº 10 do Peixe Frito, no concelho de Setúbal, foram classificadas pela OCDE, Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico, como escolas modelo ao nível do trabalho desenvolvido na área das bibliotecas escolares. Por isso, no dia 18 de Junho, os estabelecimentos de ensino receberam a visita de 80 representantes dos países da OCDE, presentes no seminário sobre o ensino que ocorreu no mesmo dia, em Lisboa.           A classificação de escolas modelo foi dada pela ODCE através das informações prestadas pelo Ministério da Educação, que por intermédio da DREL, Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, tem acompanhado o trabalho dos alunos ao nível das bibliotecas e dos centros de recursos.

          Por isso, a Câmara de Setúbal, que tem sido um dos parceiros destas iniciativas das escolas, afirma-se satisfeita com a classificação que se transforma num “prémio aos que trabalharam bem” e, ao mesmo tempo, funciona como “um incentivo para que todas as outras escolas se esforcem por desenvolver um bom trabalho nesta área”.

          Quem o diz é a responsável pelo Gabinete de Educação e Cultura da Câmara Municipal de Setúbal, Natividade Coelho, que garantiu ao “Setúbal na Rede” ter sido esta visita dos representantes da OCDE “o resultado do trabalho de meses, quer de alunos quer de professores” das duas escolas contempladas.
          Tendo acompanhado a visita dos 80 representantes dos países da OCDE às duas escolas, Natividade Coelho diz ter ficado sensibilizada quer pela forma “criativa e espontânea” como os alunos apresentaram os seus projectos e o trabalho desenvolvido, quer pelo “enorme grau de receptividade dos visitantes” às demonstrações feitas pelos alunos.
          Ciente da “importância do trabalho desenvolvido nestas escolas”, quer ao nível das bibliotecas quer no que toca aos apetrechados centros de recursos de que dispõem, a técnica agora só espera que as escolas modelo prossigam o trabalho que têm vindo a desenvolver e que, por outro lado, os alunos de todas as outras escolas do concelho se empenhem “ainda mais” no trabalho que têm feito nesta área.

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