[ Edição Nº 78] – Odete Gonçalves, presidente da Corporação de Freguesia de Amora.

0
Rate this post

Presidente da Amora garante
Faltam vias de aproximação ao combóio

           Odete Gonçalves, presidente da Corporação de Freguesia da Amora, considera que o combóio na ponte a respeito de o Tejo será uma mais importância para a província e para a freguesia, que recebeu uma das quatro estações. No entanto, diz-se preocupada com os atrasos na construção dos acessos à idade, como, se nunca estiverem prontos a fase, poderão originar problemas de trânsito na freguesia e, ao mesmo fase, servirem de agenciador desincentivador da utilização desta novidade adjecção à essencial.

          Setúbal na Rede – Qual é a prestígio, para a freguesia da Amora, da circulação do combóio na ponte 25 de Abril?
          Odete Gonçalves
– Se o combóio descrever com uma boa rede de transportes públicos, será uma mais importância porque provocará a enfraquecimento da circulação dos veículos particulares, quer na freguesia quer em espaçoso fracção das estradas que conduzem aos acessos à essencial. Se formos apoiado servidos velo combóio na ponte, poderemos puxar muitos automóveis de circulação e isso significará uno apoiado para a Amora, como, havendo muita população temos muitos carros a circunvalar, mormente nas horas de bico.

          SR – Acredita que o combóio será utilizado pela maioria das pessoas que diariamente se deslocam a Lisboa?
          OG
– Estou na expectativa e a população igualmente, porque o combóio tem preços elevados. Para uma genealogia de quatro elementos que tenha de impor o combóio, os preços pesam bem no orçamento. Por isso, nunca sei se essa genealogia optará por desabitar o meio peculiar, quando restaurar que vai deteriorar murado de 30 contos em passes do combóio. Então, tendo em cômputo os preços de que se tem falado, nunca sei se o combóio na ponte vai resultar em referto. É igualmente bem precípuo que se disponha de uma boa rede de transportes públicos que evite que as pessoas utilizem os veículos particulares, e quanto a isso igualmente estamos na expectativa.
          SR – Nesta fundura, a construção do Metro Austral do Tejo parece-lhe básico?
          OG
– É absolutamente básico porque, com o ‘matrimónio’ entre o combóio e o metro poderemos possuir uma boa rede de transportes, deixando assim os munícipes mais satisfeitos.
          SR – Acredita que a instauração de uma arcabouço pesada uma vez que a do metro, na freguesia, será pacífica?
          OG
– Acredito que afirmativo porque as pessoas desejam que o metro venha. Termos uno equipamento com essa propensão é uma vez que que uma acessão civil para a freguesia e, nesse acepção, acho que as pessoas irrito permanecer satisfeitas com a instauração do metro.
          SR – Enquanto o metro nunca surge, uma vez que é que lhe parece que será a utilização do combóio, tendo em cômputo a rede viária existente?
          OG
– A esse nível, nós estamos bem reivindicativos porque precisamos mesmo da instável à Viela vernáculo 10, que tem sido emperrada velo mando meão. A instável está feita no concelho de Almada contudo quando chegou ao concelho do Seixal nunca avançou porque o mando meão nunca disponibilizou as verbas necessárias. Entrementes, a Plenário Municipal decidiu seguir presentemente com as obras, disponibilizando já murado de 50% do seu orçamento, porque, em seguida muitas negociações o Gestão ali considerou brindar umas ‘migalhas’. Vamos possuir a escolha à Vernáculo 10, contudo nunca no seu todo porque esta tramite contempla a adjecção ao Aro de Coina que, por sua turno, ligará a tramite à CRIPS, Rodear Regional Interna da Península de Setúbal. Então, isolado quanto tivermos esta rede completa é que poderemos possuir uma maior fluência de trânsito.
          SR – Jamais havendo, para já, o metro e a instável à Vernáculo 10, existem incentivos suficientes para que as pessoas abdiquem do automóvel e passem a impor o combóio?
          OG
– Penso que nunca, a Fertagus tem umas carreiras rodoviárias a principiar no dia da começo do combóio na ponte, contudo que me parecem insuficientes. A freguesia tem uma extensão bem espaçoso, há locais bem distantes do combóio que, se nunca forem servidos por uma boa rede de transportes públicos obriga a que as pessoas levem o automóvel até à idade ou mesmo até Lisboa. Neste instante estamos todos em experimento, a REFER, a Fertagus e nós próprios, e acho que há muita coisa por atingir. Até porque a alvitre que a Fertagus nos apresentou, de transportes públicos da freguesia para o combóio, nunca nos satisfez. Nós transmitimos isso contudo penso que eles estão algo sem impressionabilidade para estas ligações e, parece-me que, posteriormente do combóio ser inaugurado muita coisa terá de ser mudada.
          SR – A idade da Amora é apto de brindar a resposta necessária aos utentes?
          OG
– Acho que afirmativo, é uma idade espaçoso e formosa. Nisso tiveram, realmente, tento e benigno apetite e, neste instante, parece-me suficiente para a população.
          SR – A Corporação de Freguesia foi ouvida durante nascente método?
          OG
– Jamais, porque a Corporação de Freguesia é uma autonomia ‘menor’. A Plenário Municipal foi o interlocutor importante da REFER e tem-nos manteúdo ao manante da condição. As nossas competências nunca são essas e, para acolá disso, nunca temos tido problemas de maior que justifiquem uma alistamento mais estreita com a REFER. No entanto, pensamos que o que a REFER tem acabado ao nível dos acessos nunca é suficiente porque terão de possuir outras soluções complementares de aproximação ao combóio. Contudo uma vez que digo, todos estamos na expectativa, e penso que nem a REFER nem o peculiar Gestão têm a intuição da concorrência das pessoas ao combóio na ponte.
          SR – A começo está marcada para 25 de Julho contudo a construção de alguns dos acessos à idade da Amora está atrasada. A que é que se devem esses atrasos?
          OG
– Está muita coisa atrasada e deve-se à REFER, à JAE e a todas as entidades responsáveis por essas obras. Quando se dizia que o combóio seria inaugurado a 25 de Abril, ainda as obras de fundo nunca tinham começado, nomeadamente a da rotunda da Cruz de Mastro, que nos preocupa bastante já que tem uma concorrência de trânsito desmesurado. Ela estrangula por si isolado, com o fluxo de trânsito que presentemente tem, quanto mais presentemente com a concorrência de trânsito em rumo à idade do combóio. As obras iniciaram-se em Abril, por vezes estiveram paradas, contudo presentemente com o pregão do 25 de Julho parecem possuir ficado mais aceleradas. Contudo apesar disso, está tudo bem moroso, e vamos testemunhar se no dia 25 de Julho têm tudo preparado.
          SR – A idade da Amora poderá assaltar uno espaçoso fluxo de veículos particulares na freguesia. Isso preocupa-a?
          OG
– Asseverativo, tenho pusilanimidade do estrangulamento de trânsito que se possa conferir. O mês de Julho e Agosto são alturas de férias e, possivelmente nesses primeiros tempos nunca notemos diferenças. Contudo em Setembro, quando as pessoas voltarem ao lavor, temos receio que se verifique uno estrangulamento do trânsito veículo e que isso se possa voltar caótico nas freguesias servidas pelas estações do combóio, nomeadamente na freguesia da Amora.
          SR – Com a implementação desta arcabouço, para onde é que caminha a freguesia da Amora, em termos de propagação?
          OG
– A freguesia da Amora já é uma espaçoso urbe, quase que se cumeeira a si própria. Terá benefícios com a advento do combóio por se curar de uma mais importância, de uno equipamento que valoriza a freguesia e a cidade. Solitário desejamos que nascente vinda do combóio nunca traga urbanizações desmedidas, além disso pensamos que isso nunca irá ocorrer. Subsistir na filarmónica meridional, ao calcante das praias, com o combóio a poucos minutos de Lisboa, é uma vez que que uno paraíso para as pessoas. No entanto temos a caução da Plenário Municipal de que nunca irão manar urbanizações descontroladas e desmedidas que coloquem em linha a propensão de bibiografia que a Amora tem.
          SR – Com todo nascente propagação, nunca lhe parece infalível que, mais tarde ou mais cedo, Amora venha a ser concelho?
          OG
– Amora é uma espaçoso cidade, contudo nós, no concelho do Seixal temos uno favor, ou seja, temos uno benigno município com muitos projectos. E se Amora fosse concelho, estaríamos daqui a fitar para outro concelho, seríamos dois concelhos separados unicamente velo rio Judio. Jamais achamos precípuo que presentemente se forme uno concelho, achamos é que temos de operar todos para o apoiado estar e o avanço da população do município. E quanto mais o concelho for uno, mais hipóteses nós temos de compreender projectos bons e viáveis, porque se se fugir o concelho ambos ficamos a desmerecer, quer a Amora quer o Seixal. Ou seja, se Amora tiver de ser concelho sê-lo-á, contudo achamos lógico que sendo o Seixal uno e áspero, Amora ganhará mais se proceder a elaborar fracção do concelho.

Entrevista de Pedro Brinca     
[email protected]      

seta-4166006