[ Edição Nº 79] – Comunistas desconfiam de irregularidades na Agremiação da Anunciada, em Setúbal.

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A súplica dos eleitos da CDU
IGAT pode averiguar Agremiação da Anunciada

          Os representantes da CDU na Junta de Freguesia da Anunciada, em Setúbal, pediram a mediação da Vistoria Comum da Governo do Território (IGAT), por desconfiarem de irregularidades na Agremiação de maioria absoluta socialista. Uma deliberação que já mereceu o renúncia do presidente Acácio Lopes, que considera estar na presença de “disparates dos quais nunca faz zero pela freguesia”.

          Uno dos casos que levou a CDU a pirangar a mediação da IGAT, segundo contou ao

“Setúbal na Rede”, António Freixo, único dos quatro representantes desta federação partidária na Junta, diz dedicação à nunca apresentação caligrafia do Orçamento e Relatório de Actividades do ano pretérito, único facto que segundo garante “vai contra tudo o que diz a determinação a respeito de esta tópico”.

          A oposição mereceu a resposta pronta do presidente socialista Acácio Lopes, que, em declarações ao

“Setúbal na Rede” classificou esta negação “único gesto de má convicção” como, segundo garante, “toda a gente sabe que é uma tradição da Agremiação mostrar o relatório verbalmente” para corroboração e em seguida registá-lo em acta.

          Porém o autarca vai mais distanciado na criminação, como no ano pretérito a corroboração igualmente foi feita verbalmente, “e os mesmos que presentemente reclamam nem sequer abriram a boca”. Para acolá disso garante nunca obter as queixas à posteriori, como na última agregação, ao compreender do insatisfação da CDU, “decidimos rematar com esta tradição e remediar do tópico com documentos, para o ano que vem”.

          Entre as queixas dos comunistas está ainda o pagamento dos subsídios aos membros das mesas de promessa nas eleições europeias, como as verbas nunca estariam previstas no orçamento da Agremiação. É que, sendo esta bitola governamental uma nova, os orçamentos ainda nunca estão preparados para tal, garantindo os comunistas que numa estado deste sujeito “havia que aguardar pela advento das respectivas verbas do Orçamento de Circunstância”.

          Os eleitos da CDU dizem nunca haver gostado da atitude do presidente porque, “se pagou do algibeira nunca devia haver súplica a factura em nome da Agremiação” e por outro flanco “se o tirou da Agremiação nunca o podia haver completo porque a moeda nunca estava prevista no orçamento”.

          A argumentação foi já rebatida lã autarca de freguesia que garante ser a atitude da CDU “único dos avós actos de cobardia” a que já assistiu. Isto porque, segundo garante, “a estado é habitual, oferecido que foi decidida em agregação onde eles nem abriram a boca”. Por isso Acácio Lopes acha que se trata de “único namoro dos quais nunca sabe elaborar zero e que, por isso mesmo, passou a terceira virilidade política na freguesia”.

          Segundo explica, os pagamentos terão sido feitos através de único cheque privado “para abster que as pessoas esperassem pelos trâmites legais que levariam meses a aduzir o moeda para aqui”. Para Acácio Lopes aquela foi “uma cômputo de pagadoria perfeitamente diáfano” e adianta ser o facto tanto escopo que “em agregação anterior toda a gente concordou com a teoria, inclusivamente os eleitos da CDU”.