[ Edição Nº 79] – José Manuel Oliveira, presidente da Associação de Freguesia de Arrentela.

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          Setúbal na Rede – Qual é a relevância, para a freguesia da Arrentela, da acesso em funcionamento do combóio na ponte 25 de Abril?
          José Manuel Oliveira – A relevância é bem extenso, nós somos uma freguesia da Dimensão Metropolitana com características de dormitório e uma boa parcela da nossa população trabalha salvo da zona, na sua maioria em Lisboa. Por esse pretexto utiliza os transportes públicos que presentemente existem, e presentemente mais uno, neste evento o combóio. É magnífico que venha e que possa beneficiar a população. É patente que os preços dos bilhetes, que são bem elevados, podem vir a haver incidências bem negativas naquilo que nós pensávamos ser o desbloquear farto dos problemas relacionados com o ir e vir de Lisboa todos os dias. Esta é uma das questões que teremos de julgar mais adiante porque é principal compreender se as pessoas inválido ou nunca aderir em volume. Por outro flanco, as indicações que temos é que as perspectivas da REFER apontam para que o combóio provoque a atenuação do trânsito veículo na ponte em exclusivamente 10%. E isso é manifestamente pouco faceta ao investimento completado e faceta às perspectivas da população.

          SR – Quando diz temer o efeito dos preços dos bilhetes, quer expressar com isso que nunca existem incentivos suficientes que levem os utentes a empregar o combóio?
          JMO
– Há uno figura bem principal nesta inquisição dos transportes públicos. Da mesma feição que solitário o navio ou solitário os transportes rodoviários nunca resolvem o problema, o combóio solitário por si nunca é a resolução. Por isso é substancial que uno condução vá, o mais factível, à porta do utente porque inconveniência, uma boa parcela da população acaba por adoptar o veículo e o método acaba por nunca funcionar uma vez que se esperava.

          Logo, solitário o metropolitano de dimensão poderá saber findar o método e, em rede com os outros meios de condução, decidir os problemas da província. Com isto nunca quero expressar que, independentemente das dificuldades que decorrem do ocorrência das acessibilidades ainda nunca estarem todas completas, que o combóio nunca faça carência e nunca seja uno dos acontecimentos mais importantes dos últimos tempos nesta freguesia.

          SR – Até à acesso do metropolitano, que ofertas de condução terão os utentes?
          JMO
– A Fertagus garantiu que vai achar uma feição de surgir mais perto dos utentes, porém é patente que isso nunca está a aligeirar uma vez que se esperava. Já demonstramos o nosso insatisfação em lista às carreiras rodoviárias que propuseram para a freguesia porque há muitas zonas que irão progredir a permanecer desprovidas de condução para o combóio. E o ocorrência de nem toda a freguesia estar coberta por uma rede de transportes em fado ao combóio, irá compor algumas sérias dificuldades. Por isso, digo que solitário o metro de dimensão será apto de colmatar as dificuldades que se adivinham para os próximos tempos.

          SR – Uma vez que é que encara o ocorrência do nome da quadra nunca condizer com o lugar onde foi implementada?
          JMO
– O ocorrência da quadra chamar-se Pirotécnico, que é o nome de uma zona que pertence a outra freguesia, já fez com que nós fizéssemos uno bloco excessivo de solicitações coadunado da REFER e do especial ministério do Equipamento, porém até presentemente nunca tivemos respostas concretas. A REFER já nos disse que idade bem árduo elaborar essa mudança presentemente, porém nós vamos progredir a resistir porque toda a gente discorda do nome. E isso é em tal grau assim, que na última Corporação de Freguesia foi aprovada uma moção, nesse significação, subscrita por todos os partidos políticos.

          É que, embora não tivéssemos uma extenso obsessão em lista a estas coisas, entendemos que existem alguns bairrismos saudáveis, ou seja, de conformidade com a lógica nunca se deve invocar Pirotécnico a uma quadra que, para à excepção de nunca estar implantada na zona do Pirotécnico, pertence a outra freguesia. Inclusivamente já alertámos a REFER e o Administração da existência de uno deslocação de cidadãos da Torre da Marinha que, nunca concordando com o nome da quadra, já se manifestou a respeito de isso e a respeito de a finalidade de, uno dia destes, ir para ali cromatizar as paredes uma vez que feição de queixa. Isso seria bem repugnante e ficaríamos bem tristes se isso acontecesse.

          SR – E que nome sugeriam para a quadra?
          JMO
– Sugerimos o nome de Torre da Marinha, já que é o lugar onde foi aia a quadra. Penso que a própria Corporação de Freguesia já decidiu que, na próxima turno que o ministro aqui vier, ainda antes da encetativo, todas as forças políticas representadas na Corporação inválido orar com o ministro na perspectiva de modificar o nome da quadra. Entrementes a REFER contou-nos a raconto que nós já conhecíamos, de que a quadra esteve para ser construída no Pirotécnico, e mais tarde mudaram-se os planos para o Parelha do Marca e continuou a chamar-se Pirotécnico. Enfim decidiram colocá-la na Torre da Marinha e continuou a chamar-se Pirotécnico. Em seguida a REFER explicou-nos que o plano esteve em crítica pública, porém isso nós nunca soubemos a temporada, evento adverso tínhamos completado a objecção a respeito de o nome perfeito para a quadra.

          SR – Considera que os acessos à quadra são adequados?
          JMO
– Na freguesia temos incessantemente o atenção de nunca orar achaque por orar achaque. E tomamos arranjo quando, tecnicamente, se chega à aperfeiçoamento de que as coisas estão achaque. A Associação e a Parlamento alertaram várias vezes para a miséria impreterível de edificar uma rotunda de adjecção à Trilho Pátrio 10. Em termos técnicos, a REFER acha que nunca é essencial e que se, mais tarde for essencial, poderá fazê-lo. Vamos aguardar para observar porém é patente que nunca acreditamos que nunca inválido subsistir problemas porque a Torre da Marinha é já uma zona bem congestionada.

          SR – Quando a REFER minimiza estes problemas, parece-lhe que estará a assumir que o combóio nunca irá haver a utilização que inicialmente se pensou?
          JMO
– Jamais sei se é isso, porém provavelmente será. Supino observar o importância dos bilhetes, que são exagerado caros, o estacionamento dos veículos particulares igualmente é dispendioso, e isso tudo é principal para a julgamento dos utentes. E quanto aos preços veja-se o exemplo: entre quem entra no combóio na Torre da Marinha e quem entra na quadra do Pragal há uno acrescentamento de três contos por mês no passe. Isto significa uma alteração bem extenso e uno associado familiar de três pessoas terá de remunerar mais nove contos por mês. Quanto ao passe, propriamente adágio, igualmente é bem cume e o mesmo passa-se com o bilhete descerrado. E cá, parece-me que deveria ser similar ao do condução por navio. Tudo isto poderá elaborar as pessoas pensarem apoiado antes de mudarem os hábitos.

          SR – A que é que se deve esta fingido alteração entre o que se previa para a utilização do combóio e o que presentemente se espera?
          JMO
– Lã que sei, o que a população da freguesia manifesta é uma obsessão com os elevados preços dos bilhetes. Digamos que, se os preços do combóio estivessem ao nível dos preços dos barcos, as pessoas utilizariam o combóio e já tudo estaria de conformidade com as expectativas iniciais. Actualmente, se isso nunca ocorrer, pode ser que as pessoas adiram com o temporada, porém numa primeira tempo tenho dúvidas de que se verifique uma boa aderência. Isto, embora a Associação e a Parlamento estejam a desenvolver uma encadeamento de acções de sensibilização da população para a utilização do combóio na ponte.

          SR – A Fertagus tem mostrado alguma fenda à atenuação dos preços?
          JMO
– Penso que a Fertagus nem sequer tem zero a observar com levante objecto, porquê se trata de uma julgamento governamental. Outrossim, o especial ministro João Cravinho tem adágio que os preços são bons porque o trabalho é caritativo. Logo, parece-me que nem a Fertagus teria eventualidade de beber a julgamento de agachar os preços. Estamos aqui para observar os resultados, porém o que digo é que, se os preços fossem mais baixos, poderia ocorrer na freguesia aquilo com que sonhamos há anos, que é o descongestionamento do trânsito instigado pela quantidade de gente que diariamente se desloca para Lisboa.

          SR – Outra expectativa idade de que a adjecção ferroviária fosse mais para meridional, no entanto o terminal ficou na Torre da Marinha. Esta parece-lhe haver sido uma boa alternativa?
          JMO
– Jamais, porque é substancial que o combóio vá, velo menos, até ao Pinheiral Recente. E é exacto que se avance apressadamente com isso. E da mesma feição que incessantemente defendemos que o método do metro de dimensão devia ser franco portanto para as fases todas, igualmente defendemos presentemente que o método do combóio deveria admirar todas as fases. A acesso da carcaça ao Pinheiral Recente é substancial para o desbloqueamento de todo o pano de comunicações do concelho e dos concelhos em giro.

          SR – Tendo em cômputo as diferenças de avaliação a intento das questões do combóio, uma vez que é que têm sido as relações entre a autonomia e a REFER?
          JMO
– Têm sido boas e nunca temos tido problemas. Em lista à construção da quadra e do dimensão ambiente, parece que houve além uma outra Expo'98, aquela idade uma zona degradada e presentemente está a permanecer bem formosa. Logo, nesta freguesia bastaria mais uma rotunda para ficarmos ainda mais satisfeitos. Actualmente, a inquisição dos bilhetes é que está, de certa feição, a compor alguma teoria coadunado da população, de que o combóio nunca será tanto descongestionante uma vez que se pensava inicialmente. De demasia, as nossas relações com a REFER e até com a Fertagus nunca têm tido problemas. E uma vez que já referi, estamos até a coadjuvar na acessão do combóio, na ensaio de que as pessoas o utilizem.

          SR – Tendo em cômputo as mudanças que o combóio trará, uma vez que é que lhe parece que a freguesia irá trepar?
          JMO
– O incremento está perfeitamente delimitado velo Rés Chefe Municipal e isso aponta-nos para uno incremento controlado. À abalada nunca haverá descontrolo, a esse nível, somos uma freguesia com 30 milénio habitantes, temos uma boa capacidade de bibiografia e nunca há miséria de trepar mais ao nível demográfico. Há miséria é de resolvermos outras questões, uma vez que é a da geração de alguns espaços verdes de capacidade. Temos a excelência de subsistir cá uma angra maravilhosa e acho que a freguesia tem condições para ser uma zona deleitável para se subsistir. Com a instauração de várias zonas industriais e comerciais, o especial concelho está a tornar-se cada turno mais principal e a haver cada turno mais bibiografia própria. Logo, o combóio irá elaborar com que, daqui a quatro anos, fique consignado que cá mora-se em Lisboa. Para acolá disso, coligado ao metro de dimensão, o combóio irá auxiliar a implementação de uno método integrado de transportes incluído da freguesia, que é francamente o que nos faz mais carência.

          SR – O ocorrência de Arrentela mando ser aspecto uma vez que uma das áreas de Lisboa nunca poderá ocasionar a sua descaracterização, particularmente na zona histórica?
          JMO
– Quando coloquei a inquisição de Lisboa, idade exclusivamente no figura da figura global. Isto porque nós gostamos bem do centro ascendente e da congregação onde estamos inseridos. Por isso, vamos haver todos os cuidados para que nunca se verifique esse sujeito de problemas que, por vezes, as grandes metrópoles acabam por aduzir. Vamos elaborar tudo para que o centro histórico da Arrentela continue a haver a sua traça, continue a haver bibiografia, que as casas nunca se transformem em estabelecimentos comerciais e bem menos em pubs, e que esta dimensão continue a haver população.