[ Edição Nº 82] – PSD ouve queixas dos pescadores de Sines.

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Depois de uma visita ao concelho de Sines
PSD promete ajudar pescadores

          A presidente da Comissão Política Distrital de Setúbal do PSD vai solicitar uma reunião com a Administração do Porto de Sines para falar dos problemas dos pescadores. A decisão de Lucília Ferra foi anunciada no dia 22 de Julho, durante a visita dos social democratas do distrito àquele concelho.

A fiscalização da actividade das embarcações, bem como o controlo regular das actividades piscatórias, é o objectivo da reunião que a presidente da Comissão Política Distrital do PSD, Lucília Ferra, solicitou à Administração do Porto de Sines.

Em causa estão as queixas da comunidade piscatória sobre a competição desleal praticada por pescadores desportivos, bem como “a falta de flexibilidade das regras” que enquadram a actividade piscatória. É que, segundo Lucília Ferra, os pescadores garantem que as regras “são tão inflexíveis que, muitas vezes não conseguem cumprir todas as imposições“.

Na reunião com os pescadores e armadores de Sines, Lucília Ferra prometeu ajudar a comunidade piscatória a ultrapassar as dificuldades e garantiu que, independentemente do resultado das eleições legislativas de 10 de Outubro, vai “fazer o que for necessário” junto das instâncias oficiais para minorar as dificuldades do sector.

Entretanto, para tentarem ultrapassar as dificuldades com que se debatem, os armadores de Sines constituíram-se em associação. Trata-se da Associação de Armadores da Pesca Artesanal e de Cerco do Litoral Alentejano que, segundo os seus promotores, pretende vir a ser um grupo de pressão junto do Governo.

Embora criada no início do mês de Julho, esta associação conta já com centenas de aderentes, em representação das comunidades piscatórias de Sines, Vila Nova de Milfontes, Zambujeira do Mar e Porto Covo. Em preparação está documento com as principais queixas do sector, entre as quais a falta de formação profissional adequada na área das pescas e os atrasos na implementação da chamada Carta Marítima. Para os armadores, este é um documento fundamental para a regularização da actividade piscatória.