[ Edição Nº 126]

0
Rate this post

Edição Nº 12629/05/2000

   “Co-incineração de resíduos tóxicos na Serra da Arrábida”

Manuel Salazar, do Grupo de Cidadãos pela Arrábida, em entrevista ao “Setúbal na Rede”, explica os motivos da luta contra a co-incineração:
“Em termos ambientais, não se pode pensar no mais barato mas sim no ambiente. Se pensarmos na solução mais barata, eventualmente estaremos a lesar outros valores.”

Localidades escolhidas para a co-incineração juntam esforços contra a decisão do Governo.

risca-5387047
Queixa de Carlos Sousa contra vereadores PS arquivada por uma amnistia.
PCP quer explicações do Governo sobre carta da CP aos trabalhadores.
Moita classifica Capela de São Sebastião mas polémica sobre propriedade continua.
risca-5387047

Carmen Francisco, dos Verdes, assina uma crónica de opinião sobre a co-incineração:
“Trata-se de um problema grave para o ambiente e a saúde pública que exige um conhecimento global da situação.” 

Barreiro pressiona Instituto de Estradas para a criação de novas acessibilidades.
Política de transportes discutida nas Jornadas do Milénio.

risca-5387047
Sucesso pode prolongar Festival do Marisco por mais uma semana.
9 mil contos para a Feira Comercial e Agrícola do Poceirão.
CRÓNICAS DA BEIRA-MAR
Crónica de opinião assinada por
Raúl Oliveira:
“Com ‘amigos' destes o litoral alentejano não precisa de promoções nem… de inimigos.”
risca-5387047

MEMÓRIAS DA REVOLUÇÃO 25 anos depoisA 30 de Maio de 1975 realizou-se, em Setúbal, uma reunião de inquilinos dos bairros da Azeda, S. Gabriel e Amoreiras, dando início à luta dos 500 escudos por assoalhada.

Hernâni Caldas, um dos dirigentes dessa luta, recorda esses acontecimentos, 25 anos depois, em entrevista ao “Setúbal na Rede”:
“Estávamos a tentar olhar para o futuro e prever o que acabou por acontecer, ou seja, cada um dono da sua casa.”

risca-5387047

“O Diário de Lina” – parte XXII

“Um grupo de gente de Setúbal, que escolheu a feliz denominação de “Cidadãos pela Arrábida”, está já a lutar para que não seja cometido um atentado que arrastaria, nas suas nefastas consequências, gerações e gerações de setubalenses e não só.”