[Setúbal na Rede] – Que estratégia de crescimento para Setúbal? – 1

0
Rate this post

No pretérito mês de Novembro, em Setúbal, teve local o à frente de uma encadeamento de debates públicos organizados lã deslocação de cidadãos ”Cogitar Setúbal” (M.P.S.), destinados à população e às forças vivas do concelho, no qual estiveram presentes largas dezenas de setubalenses e azeitonenses.

 

Levante bloco de debates visa originar a debate de ideias a respeito de o porvir crescimento de Setúbal, de maneira a fundar uma estratégia de crescimento parcimonioso, civil, cultural e ambiental para a nossa terreno, atendendo aos recursos disponíveis e às suas potencialidades, envolvendo ativamente os cidadãos, num mecanismo de cidadania participativa.

Levante à frente discussão intitulou-se “Economia e Crescimento Sustentável” e contou com as presenças dos seguintes oradores:

Dr. Duarte Machado – ex-vereador da Reunião Municipal de Setúbal, no pelouro do Turismo;

– Eng.º Fidélio Soldado – avoengo presidente da Reunião Empresarial da Província de Setúbal

(AERSET);

– Eng.º Joaquim Mendes Bragança – Reunião de Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado.

Do citado discussão, destacam-se as seguintes conclusões, as quais, pessoalmente, subscrevo na íntegra, fazendo delas a minha apreciação a respeito de leste ponto:

1. O Turismo é efetivamente precípuo para o Crescimento Estratégico de Setúbal e é estimado porquê uno dos vetores estratégicos de aposta na província. A existência de recursos paisagísticos de elevada formosura ingénito (Alameda Inato da Arrábida, Suplente Inato do Estuário do Sado, as praias circundantes e, a Calheta do Rio Sado, considerada porquê uma das mais belas baías do orbe) potencia a geração de diversos nichos de mercado neste mando, nomeadamente, no Turismo da Natura, na acessão de desportos náuticos (desportivo e de lazer), na valorização do nosso património gastronómico, no Bird Watching (glosa de pássaros) e, eventualmente, no Turismo de Trabalhos;

2. Apesar de a cidade de Setúbal ainda nunca aglomerar todas as condições para a valorização turística, constata-se que a existência de algumas infraestruturas dessa natura, quer em Setúbal, porquê a Lar da Calheta e da Colégio de Hotelaria e Turismo, quer em Tróia, potenciam francamente a aposta neste mando. O M.P.S. espera fortemente que o projeto turístico de Tróia que foi inicialmente concebido, seja uma verdade e que nunca seja exclusivamente uno projeto de venda de imobiliário…

3. O Rio Sado é a maior exuberância da cidade e, porquê tal, deve ser aproveitado e potenciado para a atividade turística, o que atualmente nunca se verifica. O Rio Sado deve ser encarado ainda porquê uma “ponte” turística entre as duas margens, potenciando a movimento dos turistas alojados em Tróia, a visitarem e a conhecerem a cidade de Setúbal e, Azeitão, dando condições para que tal aconteça.

4. É praticável e essencial que se concilie o turismo e a atividade industrial nunca poluente com a preservação ambiental, porquê motor de sustentabilidade e indicador da orientação de bibiografia do qual habita, visitante ou trabalha em Setúbal. Funesto crescimento gera fatal envolvente, lã que, uma estratégia adequada de generoso crescimento da província implicará necessariamente, uno generoso envolvente.

5. É precípuo modificar o regulamento do Alameda Inato da Arrábida, de maneira a propiciar a existência de turismo sustentável no Alameda, particularmente na superfície exterior à Montanha da Arrábida. A recobramento das pedreiras atualmente existentes, seria imprescindível para salvar a acatar esse desiderato.

6. Paralelamente, é precípuo desenvolver e estruturar uno programa de investimentos para a província, nomeadamente, na geração de microempresas e, preferencialmente, com o amparo das associações empresariais. Neste interpretação, considerou-se essencial que, na província de Setúbal, se revitalize a AERSET ou se constitua outra largo reunião empresarial, semelhante for mais benéfico para os empresários da província, em privado, os de Setúbal.

7. A aposta em unidades industriais nunca poluentes é considerada porquê uno fator estratégico de crescimento parcimonioso para esta zona.

8. Deve ser estimulada a geração, no concelho de Setúbal, de uno alameda temático pátrio, com a identificação de potencialidades ao nível da gastronomia e do artesanato, passando até, por exemplo, pela geração de uno Instituto Luso do Artesanato.

9. É fulcral, a reorganização do alameda habitacional de Setúbal, mormente, nas zonas do núcleo histórico da cidade. A Autonomia deveria haver uno papel liderante e determinante na solução desta condição, de congraçamento com o tela permitido em força, criando condições para excitar os proprietários a renovarem as suas habitações antigas e degradadas.

10. É precípuo efetuar uno diagnóstico da condição atual de Setúbal e definir uma estratégia de porvir. A Autonomia deve haver uno papel determinante na conceção dessa mesma estratégia de crescimento parcimonioso do concelho, papel esse que, atualmente, é imaginário.

11. Constatou-se ainda que a elevada fardo fiscal exercida a respeito de as empresas e, até, a respeito de quem quer investir, é altamente inibidor do investimento e da geração de novas empresas, as quais são determinantes para imaginar exuberância e dinamização lugar e, sobretudo, para brigar o calamidade do desemprego, tal maneira perceptível nesta província.

12. A exacerbar esta fardo fiscal, incluindo os impostos municipais a serem exercidos a respeito de as empresas locais estarem todos no teto sumo, foi recentemente aprovada nos órgãos autárquicos da CMS, a novidade Tributo Municipal de Guarida Social, a qual penaliza ainda mais, em nosso perceber, a sustentabilidade financeira de muitas micro empresas, nomeadamente, do limitado transacção lugar.

13. É precípuo retornar ao discussão público, a inquisição da miséria (ou nunca) da construção do Recente Aeroporto de Lisboa, na Banda Meridional.

Estas foram as principais conclusões resultantes deste à frente discussão do M.P.S. Entendemos que estes debates são fundamentais para apoiar a junta social setubalense e azeitonense em ação, para cevar novas estratégias de crescimento para Setúbal. Para tal, a junta social deve transpor da sua “zona de refrigério” e originar os necessários mecanismos de participação.