[ Edição Nº 137 ] – Câmara da Moita quer novos quartéis para GNR e PSP.

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O município moitense, liderado perlo comunista João Almeida, já garantiu os terrenos para os três novos equipamentos, a instalar na Baixa da Banheira, em Alhos Vedros e na Moita, “sem que até agora o Governo tenha inscrito as verbas” para a obra em PIDDAC/Programa de Investimentos e Desenvolvimento da Administração Central.

A crítica é do presidente em exercício, João Lobo, que substitui o presidente da Câmara actualmente de férias, ao referir que muita falta fazem estas novas instalações, uma vez que “a qualidade da segurança oferecida aos cidadãos passa muito pelas condições em que as polícias trabalham”. E neste caso as condições não serão as melhores, assegura o presidente ao referir “quartéis e postos antigos e completamente desadequados às actuais necessidades” das polícias.

Assim, João Lobo quer voltar a relembrar oficialmente o Governo quanto à promessa feita, tanto mais urgente quando se sabe que “estão previstos mais efectivos” da GNR e da PSP para aquele concelho ribeirinho do Tejo.

É que embora “não sofra de números dramáticos de criminalidade”, contrariamente ao que foi avançado num trabalho divulgado pelo Diário de Notícias, João Lobo diz que o concelho da Moita acaba por sentir o embate da sua inserção na Área Metropolitana de Lisboa, “também no que diz respeito à delinquência” e à insegurança das populações.

Mas como a autarquia defende que estes fenómenos se combatem com medidas interligadas, a Câmara acabou de ver realizada a primeira reunião do Conselho Municipal de Segurança dos Cidadãos, uma entidade que no entender de João Lobo, servirá para intervir em todas as áreas de vida do concelho no sentido de sensibilizar para a prevenção e para a cultura da segurança entre os cidadãos.